Sensações incomparavelmente... horríveis (terceira parte)

Da TV ligada, veio até mim o som de um comercial, no qual uma voz feminina dizia “Uma das melhores sensações que existem é desentupir o nariz”. Antes de refletir sobre a afirmação, lembrei-me de algumas séries deste blog que estão bem desatualizadas ― dentre elas, a de sensações incomparavelmente incríveis. Mas não, não... Hoje meu humor está com ares de ironia pessimista, então vou mesmo é desenrolar uma listinha de sensações incomparavelmente horríveis!


Ficar com alguma área do corpo dormente. Tipo o pé, ou a perna inteira. Fico completamente agoniada quando acontece! O “interessante” é que já me recomendaram, muitas vezes, bater o pé no chão para que ele — ou ele mais a perna inteira — volte ao normal, mas isso é mais agoniante ainda porque o membro em questão parece ficar 5 vezes mais pesado do que o habitual. Deste modo, sinto que estou socando o chão com um pilão, ou sei lá. Estranho. Argh.

Estar de short (ou com uma saia/vestido cuja barra fica pelo menos meio palmo para cima do joelho) e sentar numa cadeira gelada. ODEIO o choque térmico pelo qual minhas coxas são obrigadas a passar. Inclusive tenho considerado a ideia de levar um pano de cerca de meio metro quadrado na bolsa, para forrar os lugares onde tenho que me sentar quando a parte superior das minhas pernas está parcialmente descoberta. O problema é que algum desinformado pode confundir esse gesto com mania excessiva de higiene ― seja por enjoamento ou começo de TOC ― e, por mais que eu considere a higiene importante, não gosto de ser mal interpretada.

Ser mal interpretada. Seguindo o embalo da coisa, é... ser mal interpretada é uma droga. Não é à toa que algumas das observações que faço numa conversa casual são seguidas de looooongas explicações do gênero “O que eu quis dizer na verdade foi”. Também não é à toa que meus textos passam por umas trocentas revisões antes de serem publicados: eu posso até deixar passar um errinho ortográfico ou outro, mas, ambiguidades e ideias mal colocadas, eu caço com uma tocha numa mão e um rastelo na outra — apesar de que pode ocorrer de elas me fugirem também.

6 comentários:

  1. Odeio ficar com alguma area do corpo dormente, e sempre sou mal interpretada pela minha mãe, um saco, mas não me incomodo com estar de shorts e sentar numa cadeira gelada, até gosto haha
    Dá uma olhadinha lá no post novo do blog, bjs
    www.baad-queen.blogspot.com

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  2. Adorei a foto do seu madruga e realmente, seria um tanto quanto peculiar vc levar um paninho pra sentar em cima das cadeiras públicas, mas se te incomoda tanto,leeeeva UE, alguém ali Ta pagand. Suas contas ? Hahahahaha beijão !

    www.eunomadiando.blogspot.com.br

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  3. Eu me perguntando quem foi o maldito que fez essa propaganda?

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    1. Acho que estavam anunciando algum programa sobre saúde, hehe' (no post a frase ficou estranha, mas no contexto, apesar dos pesares, fazia algum sentido).

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  4. Ah, que post verdadeiro, haha.

    Poucas vezes eu fico com alguma parte do corpo dormente, mas é realmente uma sensação horrenda!
    Acredita que eu sempre boto a mão para ver se a cadeira está gelada ou quente? Pelo menos uso saias que vão mais ou menos até o joelho, haha.
    Ser mal interpretada é um saco!! Acontece muito, principalmente quando estou tentando expor a minha opinião a tal pessoa, parece mesmo que ela não quer interpretar do modo correto :P

    Twee

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  5. A foto do grande filósofo Seu Madruga não poderia estar em um melhor contexto Lari hahaha Dizem que a felicidade está nas pequenas coisas, logo, também é justo afirmar que a infelicidade reside nas pequenas coisas, e algumas coisinhas realmente incomodam, como quando alguém troca seu nome, quando a gente perde o busão que acabou de sair ou quando alguém acena para uma pessoa que está atrás de você e você acena de volta kkkkkk

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