Apenas estrelas (Infância)

O céu era de um tom mais intenso
Ou seria só minha imaginação?
Porque as nuvens eram almofadas de algodão
E a mais leve brisa me faria subir...
Subir até tocar o céu
E os raios de sol eram o véu
Que se estendia até o chão

Então a gente cresce
Com o tempo que engrandece
A magia desaparece
Vai-se o dia e anoitece

A noite é bela,
A noite é longa...

Mas as estrelas são apenas estrelas

7 comentários:

  1. Boa tarde Larissa.. que poesia mais bonita..
    nuvens eram almofadas de algodão..
    que linda tua inspiração..
    poesia é isso é se transportar para os planos mais sutis onde os pensamentos brincam de poetar..
    bjs e um lindo dia

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  2. Uau! tava pensando nisso esses dias.
    Quando eu era criança tudo parecia tão mais mágico e vivo
    =(.
    Espero um dia conseguir voltar a ser criança, ainda que com a vida de adulto


    http://www.virtualparadisee.blogspot.com.br/
    Abraços!

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  3. Linda poesia Lari :) verdadeiramente, quando somos crianças vemos as coisas com outros olhos - mais inocentes -, como se tudo fosse uma brincadeira e um sonho.

    road to infinity

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  4. Amei a poesia... Deveria escrever um livro de poesias uhuh. :)
    confissoesdadudaa.blogspot.com

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  5. Ai que lindo, Lari.
    Encontrei outro blogueiro que faz poesias (lindas) também e lembrei de voce, porque até então só conhecia você. ^^

    Ananda Maciel ∞̕

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  6. Lari, que poesia mais linda! Quando a gente é criança, tudo parece tão mais mágico... As estrelas, tão mais especiais... Seria muito bom se pudéssemos crescer e continuar enxergando magia no mundo. Pena que crescer e magia parecem ser duas palavras incompatíveis.
    Beijos ♥

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  7. Infelizmente a gente cresce mesmo.
    As vezes, não, sempre que eu vou pra escola eu fico observando o céu. Ele continua o mesmo, mas para mim as nuvens são diferentes. Percebi que até mesmo ele muda.
    Antes, quando olhava pra ele com meus amigos na rua de noite, vendo o anoitecer, a gente contava estrelas e fazia pedidos idiotas, eram momentos felizes, sabe? Mas agora, quando olho para cima, sozinha, sinto um vazio.
    Não do tipo existencial. Só um vazio estúpido.
    Acho que é saudade...

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